Depois de um ano resolvi traduzir novamente meus sentimentos para quem quisesse me "ouvir". Pois bem, aqui estou postando um texto que faz parte do meu orkut e parte de mim. Não, não fui eu quem o escreveu, mas fui eu quem o adotou quase como filosofia.
kiss and say goodbye...
"Amor, só, não basta.
Não pode haver competição.
Nem comparações.
Tem que ter jogo de cintura para acatar regras que não foram previamente combinadas.
Tem que haver bom humor para enfrentar imprevistos, acessos de carência, infantilidades. Tem que saber levar.
Amar, só, é pouco.
Tem que haver inteligência.
Um cérebro programado para enfrentar tensões pré-menstruais, rejeições, demissões inesperadas, ciúmes, saudades, crises de carência, o que for...
Tem que ter disciplina para reagir a devidas situações, ser exemplo, não gritar.
Tem que ter (ou ser) um bom psiquiatra, acima de tudo respeitar.
Não adianta, apenas, amar.
Entre casais que se unem visando à longevidade do matrimônio tem que haver um pouco de silêncio, amigos de infância, vida própria, um tempo pra cada um.
Tem que haver confiança, amizade, paixão. Uma certa camaradagem, às vezes fingir que não viu, fazer de conta que não escutou.
Tem que haver conversas longas, e gargalhadas com frequência, e não pode faltar as horas sozinhos no silêncio.
Precisa ser amante e namorado, mesmo depois de anos de casado, e a saudade até na hora de dormir é fundamental.
E tem que haver liberdade, nada de sufoco, nada de cobrança.
É preciso entender que união não significa, necessariamente, fusão.
E que amar, "solamente", não basta."
Quando a chuva te espera cair pra chegar em casa,
O sol te espera surgir pra levantar,
A nuvem te espera passar pra sorrir
E a arvore te espera crescer pra sentar.
Quando o mar te espera subir pra pular,
A sombra te espera sumir pra passar,
A noite te espera acordar pra durmir,
E a folha te espera voar pra levantar.
Quando a geladeira te espera pensar pra abrir,
O chuveiro te espera molhar pra despir
A cama te espera gemer pra deitar,
E O silencio te espera acalmar pra gritar.
Quando a palavra te espera falar pra sentir,
A tristeza te espera calar pra chorar,
O tempo te espera passar pra correr,
E o amor te espera acontecer pra viver.
Se tudo isso for pra você, se tudo isso tiver de ser,
Então ta na hora de desligar a tv.
E tudo rimadinho que é legal de se ler,ver,ter,viver,comer,crescer,ser.
E vou cantar uma música pra você. Ilari ilari ilari iÊ !! =)
Enquanto os trocados de um troco rotineiro se perdem pelos fundos da bolsinha vermelha dos documentos amassados e papéis sem importância, eu olho pro céu que não pede moeda alguma para se mostrar em azul, azul de alegria de mais um dia de luta, mais um dia de trocados esquecidos no fundinho da bolsa surrada e querida. Eu penso como é bom ter apenas grana pra entrar na condução e ir por ai, dando muitas voltas, e voltas, e olhando o céu azul. E quem não tem as moedinhas no fundinho da bolsa, ou sacola, ou da paciência pra entrar em ônibus, trem, metro, ou seja lá qual for o transporte que leva até a labuta para conseguir o pão de cada dia? O céu continua azul, dando voltas e voltas? Os filhos continuarão felizes, bem alimentados, e com roupinhas bonitinhas somente com o amor de seus pais que saem para o trabalho antes do sol dar as caras e voltam ao lar depois da ceia da meia noite?
Meus trocados estão perdidos no fundinho da bolsa, enquanto algumas vidas estão sendo perdidas por ai. De quem é a culpa?
Minha? Sua? Políticos? Deus?
Não importa.
Não importa o meu partido, o seu.
Não importa o meu Deus, o seu.
O barco é de todos.
As bolsinhas vermelhas surradas deveriam ser de todos, uma pra cada um, com muitas moedinhas esperando para serem encontradas em beijos de bom dia em filhinhos e céus sinceramente azuis.
Utopia?
O barco é de todos.
De quem é a culpa?
Não importa, o céu é de todos.
É mais comum associar férias com boas recordações. É aquele tempo de deixar a vida correr mais livre. Ter horas de sobra e nem por isso fazer alguma coisa. E que acaba sendo um tempo privilegiado para o risco.
Sentada na cama, assistindo ao filme genérico daquela tarde, bate a vontade de acertar pequenas contas com a vida. Porque é quando você está ali de bobeira, mascando ar, que o comichão bate e coloca em primeiro plano aqueles detalhes que dá pra ignorar no dia-a-dia. Entre eles, pode vir a vontade de colocar o coração na boca, nem que for para terminar mastigando junto arame farpado. E depois descobrir que, inclusive arrebentado, ainda se vive. Mas que o mundo já não está no mesmo eixo de antes.
Viu? Não estamos mais no mesmo eixo...
Nem eu, nem meu mundo.
Tou cansada de ser eu... tou cansada de mim!!... eu já n me sinto gente, sou um ciclo vicioso de mágoa e tristeza que se repete, ano após ano.
Como é que o meu sofrimento pode acabar se sou eu a fonte que o sustenta?
Estou presa, só queria poder libertar-me... acordar um dia num outro sítio e nem me aperceber por não ter consciência daquilo que fui um dia... ceifar todas as minhas memórias e aprisioná-las num silo do outro lado do mundo e marcá-las com um sinal de perigo iminente... quem delas se aproximar será transformado em cinza, como tudo aquilo em que toco.
Queria poder ter um refugio, qualquer coisa a que me agarrar e chorar todas as minhas lagrimas, gostava de ter um porto de abrigo para poder fugir de ser quem sou de vez em quando, mas não tenho nem porto nem abrigo... não pertenço a lado nenhum, não me sinto nada de ninguém... nem nada para ninguém...
Já não tenho mais força para me aguentar, nem vontade... sinto-me a minha própria doença terminal... Não durmo e nunca tenho vontade de me levantar porque apesar de projectar constantemente a minha vida e tudo o que me faz sofrer na almofada, se o fizer terei de gravar mais algumas cenas a adicionar à projecção do dia seguinte... e por isso passo horas a fio na cama sem ter fome nem vontade de ir a lado nenhum, se existe realmente alguma vontade é a de que tudo acabe ali, naquele momento...
Uma vez, numa aula, já nem sei há quantos anos atrás, surgiu uma frase que me acompanhou desde aquele dia, "a felicidade é a ignorância inconsciente". O que interpretei dela é que apenas aqueles que são capazes de ver as coisas na sua forma mais simples, sem a racionalizar em excesso são capazes de se sentir felizes... eu nunca fui assim, sempre pensei demasiado, analisei demasiadas variáveis e em vez de conseguir reduzir a equação só lhe adicionava cada vez mais termos... sou compulsiva, compulsivamente nefasta para mim mesma, mesmo sabendo que ao adicionar variáveis nunca conseguiria chegar ao resultado pretendido, continuei a fazê-lo e cheguei ao oposto... não sou feliz...
"A depressão é um problema médico caracterizado por continuada alteração no humor e falta de interesse em atividades prazerosas. O estado depressivo diferencia-se do comportamento "triste" ou melancólico que afecta a maioria das pessoas por se tratar de uma condição duradoura de origem neurológica acompanhada de vários sintomas específicos.
Os sintomas, geralmente associados ao quadro depressivo, incluem fadiga ou dores no corpo, insónia, mudanças no apetite, dificuldade de concentração, irritabilidade, medos irracionais e sentimentos de baixa auto-estima, culpa ou fracasso.
Sabe-se hoje que a depressão é associada a um desnível de certas substâncias químicas no cérebro e os principais medicamentos antidepressivos têm por função principal agir no restabelecimento dos níveis normais destas substâncias, principalmente a serotonina.
Pessoas deprimidas têm frequentemente pensamentos mórbidos e a taxa de suícidio entre depressivos é 30 vezes maior do que a média da população em geral. A depressão é considerada em várias partes do mundo como uma das doenças com mais alta taxa de mortalidade.
A depressão é muitas vezes classificada como distimia quando os sintomas permanecem por períodos muito longos de tempo (pelo menos seis meses) de forma "leve", enquanto que nas ocorrências graves da depressão os sintomas atingem proporções incontroláveis, impossibilitando as atividades normais do indivíduo e obrigando a internação devido ao alto risco de suicídio.
Para mim foi mais uma obrigação do que um recurso, mais uma vez a pressão levou-me a fazer algo que eu não desejei fazer... encaminhei-me a uma sala simples, onde encontrei uma mesa redonda e duas cadeiras, sentei-me... à minha frente sentou-se a profissional que me iria salvar armada apenas por uma caneta e algumas folhas, onde cuidadosamente tirava apontamentos acerca dos meus sentimentos como se não fossem nada mais do que sintomas... cada frase escrita naquelas pequenas folhas sintetizava a minha vida ao máximo... fui reduzida e simplificada como se de uma fórmula me tratasse...
Dissertei um pouco, deixei que as lágrimas aprisionadas se libertassem uma vez que, apesar de ser uma total estranha. aquela pessoa tinha formação académica para me compreender... reduzi-me eu mesmo a um caso de estudo tendo apenas o estranho conforto da confidencialidade a que ela é forçada. Falei, falei de mim e do que me afecta e transformei-me numa lista de indicações escritas a caneta... transformei-me num arquivo, a cada frase, a cada lágrima...
"O que te trouxe até cá?", perguntou-me ela... nem sabia por onde começar, mas sabia que a verdade seria cortante, então escondi-a dentro de mim... apeteceu-me dizer-lhe que ela era o meu último recurso, que era apenas mais uma tentativa para que a dor fosse embora... Não o disse, refugiei-me apenas nos sintomas mais incomodativos e descrevi-os de forma sintética - "Não consigo dormir, não tenho apetite e perdi toda a minha capacidade de concentração".
50 minutos depois, já com os olhos inchados de um choro provocado não apenas pelo conteúdo do meu discurso mas também pelo facto de o estar a fazer perante uma total estranha cujo diploma a certifica como boa ouvinte, obtive um diagnóstico... a minha condição dolorosa foi reduzida a uma única palavra... depressão.
E a ironia das ironias? aquela profissional certificadamente útil não me podia ajudar... após 50 minutos a despir a alma, percebi que estava a falar com a pessoa errada e que o meu último recurso não era apenas mais do que o penúltimo... Nesse momento abateram-se sobre mim duas realidades, a da necessidade repetição de todo aquele processo, perante outras folhas e outro punho e a de, afinal de contas, estar doente...
Tive então de obedecer às convenções e cumprir duas tarefas, tentar perceber o que era afinal a depressão e comunicar a quem de direito, explicando-lhes então que esta dor que me encapacita e fragiliza ao máximo era, afinal, apenas resultado de um desnível químico...
Até onde poderá ir esta nossa necessidade de justificar tudo aquilo que nos acontece das formas mais idiotas? como poderei eu contentar-me pelo simples facto de reduzir tudo aquilo que me atormenta a uma maldita doença?! Como é que posso aceitar que reduzam a minha dor a um sintoma?!?! como?!
Será que de cada vez que encosto a minha cabeça na almofada a chorar por o silêncio do quarto me remeter a todas as lembranças e ausências que me fazem sufocar estou apenas a sofrer da falta de serotonina? será então a dor por ter perdido a pessoa que , pela primeira vez em toda a minha vida, me fez feliz uma consequência directa de uma síntese química anormal? será a minha solidão também uma consequência?!
Como pode o ser humano ser tão crédulo? não será este diagnóstico apenas um placebo? - "Eu afinal estou doente e com tratamento médico e alguns comprimidos em menos que nada curo-me"... é patético!!! é um antidepressivo que me vai tirar a dor? é assim que se vai dissipar a minha culpa e a minha vontade de desaparecer do mundo?
Metade das pessoas que eu conheço estaria já cheia de razão a afirmar-se contra aquilo que aqui escrevi, e até consigo adivinhar o que diriam se aqui estivessem: "estás a interpretar mal, a depressão explica apenas o facto de estares a sofrer de uma forma mais intensa", ou então, "A função do antidepressivo não é curar aquilo que te faz sofrer mas sim regular os mecanismos básicos como o sono e a fome"... consigo imaginar um enorme conjunto de contra-argumentos...
Contra tão brilhantes golpes só posso declarar que fui até alguém que me poderia dar uma estratégia para ir entendendo e interiorizando tudo aquilo que se passa comigo, no entanto, não saí de lá com nenhuma ajuda, saí de lá com uma doença pela segunda vez...
"A gente sempre destrói aquilo que mais ama, em campo aberto, ou numa emboscada; uns com a leveza do carinho; outros com a dureza das palavras; os covardes destroem com um beijo,os valentes destroem com a espada.(Oscar Wilde)".
Para assumir qualquer tipo de sentimento, é necessário contradizer o orgulho, e muitas vezes fraquejar. Todos os dias damos nossos corações em batalha, para enfrentar as guerras do cotidiano. Sem saber se ele é capaz de enfrentar o mundo a duras penas, ele entra na arena desarmado, com a coragem de um gladiador. As vezes ele enfrenta a fome, a corrupção, a violência, a maldade, a tristeza, e muitas vezes ele enfrenta o próprio amor...cabe a cada um, saber quem vence a guerra...
Será preciso ficar só pra se viver? Só pra se viver...
Faz calor, um calor tórrido, seco. Ouço o som da televisão ligada no outro quarto e chega a meus ouvidos a vozinha do meu irmão que repete a música de um desenho animado. Lá fora um grilo grita a sua despreocupação e tudo é calmo, ameno dentro dessa casa. Parece que tudo está fechado e protegido por uma redoma de vidro finíssimo e o calor torna os movimentos ainda mais pesados; mas não há calma dentro de mim. É como se um rato estivesse roendo a minha alma, e de uma maneira tão imperceptível que até parece suave. Não estou mal e também não estou bem, a coisa preocupante é que "não estou". Mas sei me reencontrar: basta levantar os olhos e cruzá-los com o olhar refletido no espelho para que uma calma e uma felicidade tranqüila tomem conta de mim. O que me falta é amor, é de um cafuné que eu preciso, é um olhar sincero que eu desejo. Quero amor, diário. Quero sentir meu coração se derreter e quero ver as estalactites do meu gelo se quebrando e afundando no rio da paixão, da beleza. :~
Não é a dor do chão, não, não.
não é a dor do chão, não, não.
não é a dor do chão, meu irmão.
é a dor do coração.
A dor do chão arde, fura, corta, espeta
A dor do peito nao tem quem lhe de a mão pra levantar
A dor do peito é aquela mais intensa, não tem nenhuma doença que se possa comparar.
A dor do chão tem remédio, tem vacina.
A dor do peito nao tem como se curar
a dor do peito é aquela mais que sina, mas quando se é bem-vinda, vai embora num piscar.
A dor de carne é mais uma dentre muitas.
a dor do peito é dentre muitas a mais cruel.
a dor do peito não tem nem talvez receio, de cruzar com o espelho e inundar lenços de papel.
Não tem pecado que apague o mal de ontem, não tem centelha que espere teu depois
nunca me peças um olhar sem a tristeza que a tua incerteza fez nascer de meu amor.
Não se iluda com palavras de poetas, nao se irrite com verdades sem rancor.
nunca me chame de querida sem um dia ser o que de fato eu via em teu peito sem amor.
De cada década o amor
Tira uma história pra contar
Contra tantas regras ele cai no mundo
E conta suas histórias.
E o mundo tenta explicar que
O tempo não ama, só passa.
O amor passa sem querer passar
Passa sem querer mudar o que passou
O amor tenta explicar que
Amor não passa, só ama.
Com o relógio passando
De tic em tac e tac em tic
O amor decide parar de amar
E só passar.
Passando.
Passou e ninguém notou que
ele estava ali passando.
De mãos dadas ninguém percebeu que
Ele estava passando.
Até que... passou.
com o coração pulsando
de beijos e abraços e abraços e beijos
o tempo resolveu parar de passar
e só amar
amou.
amou e ninguém notou que
ele estava ali amando
de mãos dadas ninguém percebeu que
ele estava ali amando
até que... amou.
Um dia o tempo olhou no espelho
Só amou e esqueceu de passar
E lembrou do que o mundo disse.
Decidiu assim passar a amar sem amor.
- Mas como?
- Mas como mundo? – se questionou o tempo.
- vá lá conversar com o amor, ué!! – exclamou Seu mundo.
E foi isso que o tempo fez
E com o amor foi conversar
O amor disse que foi com o mundo
Que aprendeu a passar sem amar.
E o amor chora
Chora de tanto passar
Passar sem ninguém notar
Que agora passa sem amar.
E foi isso que o tempo fez
E com o mundo foi conversar
O mundo disse que com o homem
Aprendeu a passar sem amar.
O mundo roda
Roda de tanto amar
Amar sem ninguém notar
Que agora ele roda sem amar.
O tempo rodou o mundo
à procura de uma resposta pra seu dilema
mas ninguém sabia resolver seu problema
ninguém amava mais.
Até que finalmente um dia o amor chegou
Chegou pro tempo e disse:
- para de pensar que pode encontrar alguém pra diminuir essa sua aflição,
somos nós que devemos falar com os homi e fazê-los entender que só eles
podem resolver essa situação.
O tempo pegou o amor pelos braços
E juntos foram com o mundo conversar.
- Mundo, você que conhece melhor Gente, você pode explicar pra gente o que fazer
pra que os homi consigam entender que só eles vão resolver esse dilema? – disseram o tempo e amor com os corações nas mãos.
- parem de se preocupar com o passar sem amar e o amar sem passar. O exemplo é a solução. Amor, passe a amar sem querer parar, e se parar, Tempo, ajude o amor a amar de novo. E tempo, passe querendo amar, mas se só passar, amor, ajude-o a tentar de novo – Respondeu o mundo sabiamente.
E assim foi o tempo e o amor
Um ajudando ao outro
O primeiro tentando amar
E o segundo recomeçar.
E não é que alguns homens perceberam!
De tanta alegria o tempo casou com o amor
Casou pra nunca mais parar de amar
E nunca parar de recomeçar
O tempo amou o amor, o amor amou o tempo todo.
Agora por poetas, músicos e lágrimas
O amor contrata amantes fiéis e
Sai de lençóis sem querer parar de amar
Nem um segundo sequer.
Agora por histórias, rugas e risos
O tempo contrata observadores fiéis e
Abandona máscaras sem querer parar de passar
passar a amar todo segundo se der.
O amor ama amantes e observadores fiéis de suas histórias temporais de lágrimas e pontes sem regras de poetas e beijos que riem ao mudar o que passou sem querer mudar o que amou contar.
São tantas histórias
São tantos amores
Tudo é amor
Tudo é história
Amor.
Como é bom amar o tempo todo sem passar todo o tempo pensando que vai amar segundo por segundo.
Amar é sempre, mas sempre não é o tempo todo.
Amar é ser. E ser é sempre.
Sempre que dá pra ser o que a gente ama.
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